terça-feira, 29 de setembro de 2009

Chevrolet SSR,






conheça a história de um dos maiores fracassos da GM




Em 2002, a Chevrolet lançou o SSR, um carro inovador que tinha a proposta de ser uma pick-up/roadster (ou um roadster/pickup). O modelo prometia ser um verdadeiro sucesso em vendas nos Estados Unidos, porém anos depois, o carro se provou um verdadeiro fracasso, tendo sido considerado, um dos piores carros da últimas décadas.




Inspirado, na pick-up Chevi do anos 50, o SSR possui linhas retrô e ousadas, que prometiam agradar o público mais jovem. Porém o design do modelo, não agradou o público em geral.

O Chevrolet SSR, sai de fabrica equipado com um motor de 5.3 L V8 que desenvove 350 CV. Em 2005, na tentativa de alavancar as vendas do modelo, a GM lançou uma versão equipada com motor 6.0 L V8 com 400 cavalos.



O fracasso do SSR, se deve a três principais motivos. Primeiro o modelo, possuia um visual arrojado de mais, segundo a pessíma relação custo/benefício, terceiro a capacidade de carga era mínima e quarto o espaço interno era extremamente pequeno para uma pick-up.



A euforia dos engenheiros da GM no lançamento do SSR em 2002, se transformou em decepção, quando o modelo saiu de linha alguns de pois.



Não entender e estudar o desejo do consumidor, foi um dos grandes erros, que levaram a GM, a se encotrar na sua atual situação.

As empresas mais bem sucedidas do mundo, são aquelas que superam as expectativas dos clientes, algo que o SSR não conseguiu fazer.

Um carro de corrida movido a chocolate


Já imaginou uma competição com veículos movidos a resíduos de chocolate? Isso será possível na Fórmula 3, segundo britânicos.


O invento é presumido pelos estudiosos do Innovative Manufacturing Research Centre, da Universidade de Warwicks, na Inglaterra. São eles os autores do World First F3, o único carro de corrida sustentável do mundo. E com peças feitas a partir de vegetais.

O volante é feito com material encontrado em cenouras, que deve substituir fibras de carbono e também fibras de vidro. O banco vem da soja. A carcaça possui substâncias provenientes da batata e os lubrificantes são feitos de óleos vegetais.


Já a alimentação da peça é feita a partir de biodiesel derivado de resíduos de chocolate, informam os desenvolvedores do WorldFirst F3.


Não há imagens e/ou vídeos do carro em ação, no seu tamanho real. Resta saber se ele realmente funcionará fora das telas e se será tão competitivo quanto os "amigos sujos". O conceito não poderia ser melhor, já que, utilizando substâncias naturais, o veículo é capaz de limpar o ambiente, em vez de poluí-lo, ou apenas não comprometê-lo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Audi Quattroflex - o antigo e o novo






De Audi só tem o nome mas não é, na verdade, um protótipo concebido pela marca alemã. O Quattroflex é um exercício de estilo, já com cerca de um ano, de um estudante russo de design e arquitectura, Alexey Bykov, mas não é por isso que deixa de ser menos actual ou fascinante. Por trás deste trabalho está a recuperação do conceito da antiga carruagem puxada por cavalos que viria a dar origem ao carro (abreviatura do inglês carriage) como o conhecemos hoje.

O veículo é composto por dois cilindros colocados horizontalmente que contêm os motores eléctricos responsáveis pela propulsão. A unir estes dois elementos está uma plataforma de geometria variável, que pode encolher ou alongar, e onde se encontram dois bancos que assumem diversas formas de acordo com as necessidades. Todos os comandos são efectuados por meio de um joystick colocado no lugar da tradicional alavanca de mudanças.

No projecto não são indicadas mais informações, por exemplo, em relação ao sistema motriz. Em contrapartida, há alguns pormenores engenhosos, como a inclinação das rodas ao curvar e a colocação das luzes e faróis, verdadeiramente requintada. As linhas do Quattroflex são, de um modo geral, muito simples e elegantes. Este pequeno exercício de estilo simultaneamente saudosista e vanguardista vem provar que o design automóvel é uma das áreas mais criativas da actualidade.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Porsche Panamera



24.09.09


Porsche Panamera parte de R$ 549 mil
por Tião Oliveira, Seção: comentário 15:30:48.
FOTOS: DIVULGAÇÃO



A Porsche já aceita encomendas para o Panamera, que tem preços a partir de R$ 549 mil (versão S), R$ 599 mil (4S) e R$ 749 mil (Turbo). É caro, mas já havia pelo menos 20 encomendas confirmadas antes do anúncio sobre o início das vendas.

Os motores V8 do novo modelo têm potências entre 400 cv (S e 4S) a 500 cv (Turbo). Há ainda uma opção V6 de 3,6 litros e 300 cv, mas esta só deve chegar ao Brasil em meados do ano que vem.

Primeiro cupê de quatro portas da marca, o Panamera é quase 50 cm maior que o 911 e, na versão topo de linha, passa dos 300 km/h.

Mercedes-Benz mostra carros novos em Frankfurt com festança







Enquanto a Ford economiza, a marca alemã apresenta dois novos carros e ideias para o futuro
Texto: Gustavo Henrique Ruffo

Fotos: Gustavo Henrique Ruffo


(23-09-09, Frankfurt, Alemanha) - Um salão tão grande quanto Frankfurt tinha de ter extremos. Se de um lado a Ford economizou, de outro a Mercedes-Benz mostrou que até pode ter sido afetada pela crise (e foi), mas que isso não diminuiu o ânimo. Ela apresentou a nova Classe E Touring, o Classe S Hybrid Plug In, o sucessor do Asa-de-Gaivota, o SLS AMG, e ainda mostrou os conceitos BlueZero com um belo show.

A apresentação se deu dentro de um salão fechado, como um teatro. E a semelhança fazia todo o sentido. O que estava por vir era uma espécie de espetáculo que, descontados alguns excessos, quase à moda norte-americana (herança da Chrysler, decerto), seriam de encher os olhos de quem adora automóveis. No hall que dava acesso ao local da apresentação, veículos novos e antigos indicavam a direção certa.

Dentro do espaço, dois andares. O superior, de início, fechado apenas a convidados vips, que tiveram visão privilegiada de tudo, já que o segundo andar, vazado no meio, formava uma espécie de terraço. Mais de um fotógrafo foi barrado tentando chegar ao local de melhor visão.

A apresentação começou com bolas gigantes das quais saíam equilibristas. Bonito, mas foi a firula que comentamos no início do texto. O show, mesmo, ainda estava por começar.

O primeiro carro a entrar no palco foi o Classe S500 Hybrid Plug In, que tem a pretensão de rodar por alguns quilômetros só com a carga da bateria (30 km), recorrendo ao motor a combustão (um V6 de 3,5 litros) para trajetos que excedam essa distância. Ao contrário do Volt ou do Fisker Karma, esse carro continua sendo um híbrido, ou seja, ele utiliza tanto o motor a combustão quanto o elétrico para se deslocar.

Os segundo modelos a se apresentarem foram os BlueZero, o F-Cell, com pilha a combustível, e o E-Cell, com baterias e um motor a combustão para levá-lo mais longe, como o Chevrolet Volt.

As apresentações seguintes foram de produtos importantes para a Mercedes-Benz. O primeiro, pelo volume de vendas. O segundo, pelo que ele representa. Logo após os Blue Cell saírem do palco, ele foi ocupado pela nova Classe E Touring.

A nova perua é a versão “familiar” do Classe E sedã, recentemente apresentado no Brasil e, na Europa, já bastante popularizado, inclusive como táxi. Há, como sempre, versões mais simples, como as E 350 e as mais caras, como a E 500, enquanto a E 63 AMG não chega.

Uma das coisas mais interessantes da nova perua é o fato de ela oferecer um porta-malas modular, quase com a mesma praticidade de uma minivan. Escondidos sob o assoalho há dois bancos escamoteáveis que a tornam um veículo não para cinco pessoas, mas para sete.

A cereja do bolo não poderia vir em cor mais adequada. O SLS AMG era vermelho metálico e sua apresentação mereceu um texto à parte. Você, leitor do WebMotors, certamente já teve o prazer de nos acompanhar nesta festa particular.

Terminadas as apresentações, os espaços foram arrumados para exibir os veículos individualmente. O andar superior, aberto, mostra outras atrações, como o Classe B F-Cell, que está sendo avaliado junto a consumidores para a criação de uma versão de produção em série.

No meio do salão, havia mais uma novidade, mas essa para os brasileiros: o S 400 Hybrid, o primeiro híbrido a ser vendido oficialmente no Brasil por uma montadora.

Rádio-perigo: de olho na estação



Ao volante, piadas e discussões distraem os mais do que música, diz pesquisa
Texto: Adriana Bernardino

Fotos: Arquivo


(23-09-09) – Segundo pesquisa realizada pela seguradora Zurich Connect, 80% dos motoristas confessaram distrair-se na direção ao ouvir programas acalorados de rádio, como os de política, futebol e humor.

Se, por um lado, os programas de rádio aliviam o estresse de quem está em um congestionamento ao estimular o riso por meio de brincadeiras, trotes e piadas; por outro, podem causar distrações e acidentes. Na mesma onda de perigo estão os programas que provocam indignação – como os de política, futebol ou violência.

De acordo com a pesquisa, a distração é duas vezes menor em motoristas que não ouvem programas de rádio enquanto dirigem ou nos que optam por música suave. Por isso, o conselho dos pesquisadores é que música alta e programas excitantes sejam evitados.

Além da distração, a psicóloga Maria do Carmo Marques Torres aponta outro problema em ouvir o noticiário no carro. “Com minha experiência de consultório, percebo que esse tipo de informação deixa as pessoas desesperançadas, presas no negativo. Abastecer-se de notícias negativas é trazer o negativo para dentro de nós”, alerta. A psicóloga não indica o hábito para as pessoas que têm tendência à depressão ou síndrome de pânico.

Para a fonoaudióloga e coordenadora do curso de musicoterapia do Instituto Superior de Música do Rio Grande do Sul, Anelise Junqueira Bohnen, o aspecto que merece maior atenção é a altura do som, que pode tirar a atenção e, em certos casos, comprometer a audição dos ocupantes do veículo.

“Como musicoterapeuta, não acho apropriado indicar esse ou aquele estilo de música para determinada emoção, já que o que é agradável para uma pessoa pode ser odioso para outra; mas considero importantíssimo alertar sobre os efeitos do volume. Além de impedir que o motorista se guie pelos ruídos – como buzinas, apito de guarda, barulhos no próprio carro etc. –, ouvir som alto e por tempo prolongado pode comprometer seriamente a audição”, explica Anelise.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

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