terça-feira, 29 de setembro de 2009

Um carro de corrida movido a chocolate


Já imaginou uma competição com veículos movidos a resíduos de chocolate? Isso será possível na Fórmula 3, segundo britânicos.


O invento é presumido pelos estudiosos do Innovative Manufacturing Research Centre, da Universidade de Warwicks, na Inglaterra. São eles os autores do World First F3, o único carro de corrida sustentável do mundo. E com peças feitas a partir de vegetais.

O volante é feito com material encontrado em cenouras, que deve substituir fibras de carbono e também fibras de vidro. O banco vem da soja. A carcaça possui substâncias provenientes da batata e os lubrificantes são feitos de óleos vegetais.


Já a alimentação da peça é feita a partir de biodiesel derivado de resíduos de chocolate, informam os desenvolvedores do WorldFirst F3.


Não há imagens e/ou vídeos do carro em ação, no seu tamanho real. Resta saber se ele realmente funcionará fora das telas e se será tão competitivo quanto os "amigos sujos". O conceito não poderia ser melhor, já que, utilizando substâncias naturais, o veículo é capaz de limpar o ambiente, em vez de poluí-lo, ou apenas não comprometê-lo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Audi Quattroflex - o antigo e o novo






De Audi só tem o nome mas não é, na verdade, um protótipo concebido pela marca alemã. O Quattroflex é um exercício de estilo, já com cerca de um ano, de um estudante russo de design e arquitectura, Alexey Bykov, mas não é por isso que deixa de ser menos actual ou fascinante. Por trás deste trabalho está a recuperação do conceito da antiga carruagem puxada por cavalos que viria a dar origem ao carro (abreviatura do inglês carriage) como o conhecemos hoje.

O veículo é composto por dois cilindros colocados horizontalmente que contêm os motores eléctricos responsáveis pela propulsão. A unir estes dois elementos está uma plataforma de geometria variável, que pode encolher ou alongar, e onde se encontram dois bancos que assumem diversas formas de acordo com as necessidades. Todos os comandos são efectuados por meio de um joystick colocado no lugar da tradicional alavanca de mudanças.

No projecto não são indicadas mais informações, por exemplo, em relação ao sistema motriz. Em contrapartida, há alguns pormenores engenhosos, como a inclinação das rodas ao curvar e a colocação das luzes e faróis, verdadeiramente requintada. As linhas do Quattroflex são, de um modo geral, muito simples e elegantes. Este pequeno exercício de estilo simultaneamente saudosista e vanguardista vem provar que o design automóvel é uma das áreas mais criativas da actualidade.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Porsche Panamera



24.09.09


Porsche Panamera parte de R$ 549 mil
por Tião Oliveira, Seção: comentário 15:30:48.
FOTOS: DIVULGAÇÃO



A Porsche já aceita encomendas para o Panamera, que tem preços a partir de R$ 549 mil (versão S), R$ 599 mil (4S) e R$ 749 mil (Turbo). É caro, mas já havia pelo menos 20 encomendas confirmadas antes do anúncio sobre o início das vendas.

Os motores V8 do novo modelo têm potências entre 400 cv (S e 4S) a 500 cv (Turbo). Há ainda uma opção V6 de 3,6 litros e 300 cv, mas esta só deve chegar ao Brasil em meados do ano que vem.

Primeiro cupê de quatro portas da marca, o Panamera é quase 50 cm maior que o 911 e, na versão topo de linha, passa dos 300 km/h.

Mercedes-Benz mostra carros novos em Frankfurt com festança







Enquanto a Ford economiza, a marca alemã apresenta dois novos carros e ideias para o futuro
Texto: Gustavo Henrique Ruffo

Fotos: Gustavo Henrique Ruffo


(23-09-09, Frankfurt, Alemanha) - Um salão tão grande quanto Frankfurt tinha de ter extremos. Se de um lado a Ford economizou, de outro a Mercedes-Benz mostrou que até pode ter sido afetada pela crise (e foi), mas que isso não diminuiu o ânimo. Ela apresentou a nova Classe E Touring, o Classe S Hybrid Plug In, o sucessor do Asa-de-Gaivota, o SLS AMG, e ainda mostrou os conceitos BlueZero com um belo show.

A apresentação se deu dentro de um salão fechado, como um teatro. E a semelhança fazia todo o sentido. O que estava por vir era uma espécie de espetáculo que, descontados alguns excessos, quase à moda norte-americana (herança da Chrysler, decerto), seriam de encher os olhos de quem adora automóveis. No hall que dava acesso ao local da apresentação, veículos novos e antigos indicavam a direção certa.

Dentro do espaço, dois andares. O superior, de início, fechado apenas a convidados vips, que tiveram visão privilegiada de tudo, já que o segundo andar, vazado no meio, formava uma espécie de terraço. Mais de um fotógrafo foi barrado tentando chegar ao local de melhor visão.

A apresentação começou com bolas gigantes das quais saíam equilibristas. Bonito, mas foi a firula que comentamos no início do texto. O show, mesmo, ainda estava por começar.

O primeiro carro a entrar no palco foi o Classe S500 Hybrid Plug In, que tem a pretensão de rodar por alguns quilômetros só com a carga da bateria (30 km), recorrendo ao motor a combustão (um V6 de 3,5 litros) para trajetos que excedam essa distância. Ao contrário do Volt ou do Fisker Karma, esse carro continua sendo um híbrido, ou seja, ele utiliza tanto o motor a combustão quanto o elétrico para se deslocar.

Os segundo modelos a se apresentarem foram os BlueZero, o F-Cell, com pilha a combustível, e o E-Cell, com baterias e um motor a combustão para levá-lo mais longe, como o Chevrolet Volt.

As apresentações seguintes foram de produtos importantes para a Mercedes-Benz. O primeiro, pelo volume de vendas. O segundo, pelo que ele representa. Logo após os Blue Cell saírem do palco, ele foi ocupado pela nova Classe E Touring.

A nova perua é a versão “familiar” do Classe E sedã, recentemente apresentado no Brasil e, na Europa, já bastante popularizado, inclusive como táxi. Há, como sempre, versões mais simples, como as E 350 e as mais caras, como a E 500, enquanto a E 63 AMG não chega.

Uma das coisas mais interessantes da nova perua é o fato de ela oferecer um porta-malas modular, quase com a mesma praticidade de uma minivan. Escondidos sob o assoalho há dois bancos escamoteáveis que a tornam um veículo não para cinco pessoas, mas para sete.

A cereja do bolo não poderia vir em cor mais adequada. O SLS AMG era vermelho metálico e sua apresentação mereceu um texto à parte. Você, leitor do WebMotors, certamente já teve o prazer de nos acompanhar nesta festa particular.

Terminadas as apresentações, os espaços foram arrumados para exibir os veículos individualmente. O andar superior, aberto, mostra outras atrações, como o Classe B F-Cell, que está sendo avaliado junto a consumidores para a criação de uma versão de produção em série.

No meio do salão, havia mais uma novidade, mas essa para os brasileiros: o S 400 Hybrid, o primeiro híbrido a ser vendido oficialmente no Brasil por uma montadora.

Rádio-perigo: de olho na estação



Ao volante, piadas e discussões distraem os mais do que música, diz pesquisa
Texto: Adriana Bernardino

Fotos: Arquivo


(23-09-09) – Segundo pesquisa realizada pela seguradora Zurich Connect, 80% dos motoristas confessaram distrair-se na direção ao ouvir programas acalorados de rádio, como os de política, futebol e humor.

Se, por um lado, os programas de rádio aliviam o estresse de quem está em um congestionamento ao estimular o riso por meio de brincadeiras, trotes e piadas; por outro, podem causar distrações e acidentes. Na mesma onda de perigo estão os programas que provocam indignação – como os de política, futebol ou violência.

De acordo com a pesquisa, a distração é duas vezes menor em motoristas que não ouvem programas de rádio enquanto dirigem ou nos que optam por música suave. Por isso, o conselho dos pesquisadores é que música alta e programas excitantes sejam evitados.

Além da distração, a psicóloga Maria do Carmo Marques Torres aponta outro problema em ouvir o noticiário no carro. “Com minha experiência de consultório, percebo que esse tipo de informação deixa as pessoas desesperançadas, presas no negativo. Abastecer-se de notícias negativas é trazer o negativo para dentro de nós”, alerta. A psicóloga não indica o hábito para as pessoas que têm tendência à depressão ou síndrome de pânico.

Para a fonoaudióloga e coordenadora do curso de musicoterapia do Instituto Superior de Música do Rio Grande do Sul, Anelise Junqueira Bohnen, o aspecto que merece maior atenção é a altura do som, que pode tirar a atenção e, em certos casos, comprometer a audição dos ocupantes do veículo.

“Como musicoterapeuta, não acho apropriado indicar esse ou aquele estilo de música para determinada emoção, já que o que é agradável para uma pessoa pode ser odioso para outra; mas considero importantíssimo alertar sobre os efeitos do volume. Além de impedir que o motorista se guie pelos ruídos – como buzinas, apito de guarda, barulhos no próprio carro etc. –, ouvir som alto e por tempo prolongado pode comprometer seriamente a audição”, explica Anelise.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

especial - Citroën C4 Pallas






Citroën C4 Pallas Exclusive 2.0 16V automático

Num segmento em ebulição como o de sedãs médios, nada como um mês após o outro: o Honda Civic LXS fez os rivais parecerem envelhecidos, o Nissan Sentra S fez o Civic parecer mal equipado e o Citroën C4 Pallas faz os dois parecerem pequenos, sem ele mesmo parecer antigo ou simples. São 4,77 metros de comprimento, mais longo que Civic (diferença de 28 centímetros), Jetta (22 centímetros), Sentra (20), Vectra (15) e que o próprio Citroën C5 (2). Perde para o Fusion por 6 centímetros, mas o carro da Ford começa em 82 790 reais. O C4 Pallas Exclusive mais completo custa 81 000 reais e o básico GLX parte de 64 990 - com motor 2.0, airbag duplo, rodas de liga leve aro 16 com pneus 215 até no estepe, freios ABS, computador de bordo e piloto automático, mais MP3 player com comandos no volante.

É uma pretensão enorme, mas esse carro é dado a superlativos. Caso do porta-malas com 580 litros, 56 a mais que o Vectra e 50 a mais que o Fusion - e traz rede para segurar bagagem e banco bipartido de série desde a versão GLX. Por falar em bancos, quatro adultos de 1,90 metro viajam sem esbarrar ombros ou joelhos. Mas vamos mudar de assunto, ou vai parecer que o C4 é apenas um carro grande.


Podemos falar dos seus vizinhos. Ou do que eles vão falar do C4. Mesmo aquele dono de Civic que vive se gabando do painel de dois andares. O Pallas é cheio de perfumarias. Literalmente: a tampinha à esquerda das saídas de ar no meio do painel esconde um frasco de perfume (francês) que dura 45 dias. São oito aromas à disposição. Para o bem dos pedestres em caso de atropelamento, os eixos dos limpadores de pára-brisa ficam nas beiradas e as palhetas não têm aquele arco de metal. "O meu também é assim", dirá o dono do Civic. Diga então que o capô do Citroën é feito de alumínio e os páralamas dianteiros, de plástico. E que as batidinhas na garagem serão mais raras no Pallas versão Exclusive, porque os faróis acendem sozinhos e ele traz sensores de estacionamento na frente e atrás.

O C4 se assusta com motociclistas que passam ao lado, entre as faixas, no engarrafamento. Mas tudo bem, é possível desligar o apito. No C4 Exclusive, o pacote Tecnologie tem controle de tração e estabilidade, faróis direcionais de luz de xenônio (que fazem aquele clarão típico dos carros mais caros) e quatro airbags. O airbag do motorista é mais eficiente porque se sabe de antemão qual parte do corpo irá proteger, a barriga ou a cabeça. Isso porque o miolo do volante, onde o airbag mora, é fixo.

O miolo fixo também virou moradia para 20 teclas de atalho. Com tanto atalho, às vezes você acaba se perdendo. Outros botões estão ali para compor a simetria, e alguns têm símbolo difícil de entender (dica: o logotipo da Rio Sul Linhas Aéreas serve para apagar as telas do painel, se o farol estiver aceso). O botão na ponta da alavanca de seta afunda, mas é inútil; o da alavanca do limpador afunda e é útil para navegar no painel de configurações. Também dá para usar botões do rádio. Sem recorrer ao manual, levei uma hora para aprender tudo. Se o dono de Civic insistir em falar do painel em dois andares, diga que o Pallas tem quatro visores digitais mais uma fila de luzes-espia colada ao volante. E que o velocímetro é uma tela flutuando no meio do painel: quem está fora do carro pode ver o brilho laranja e quem está dentro enxerga através dela. Pode ver os dedos entre os dígitos.

Alguns dirão que o velocímetro fica longe da visão do motorista. É verdade. Diria mais: sem faixa de corte do motor, o conta-giros perde parte da função. Era bom saber qual é o limite, até porque nessa hora o câmbio automático irá passar de marcha sozinho, mesmo que esteja no modo manual. O C4 traz o câmbio Tiptronic de quatro marchas usado nos Peugeot 206 e 307 e no Xsara Picasso. Geralmente não gostamos dele. Nosso 307 teve uma caixa trocada durante o teste de Longa Duração e tinha reações lentas. Aqui está um pouco melhor, com marchas mais curtas e outra programação de troca. Os automáticos tendem a virar padrão entre os sedãs médios e representam 60% da primeira encomenda de C4 que a Citroën brasileira fez à fábrica. Mas, se você gosta de dirigir, olhe com carinho para o câmbio manual. É 5 300 reais mais barato e sua relação de marchas privilegia o vigor nas arrancadas - mesmo sua quinta é mais curta que a quarta do automático: a 100 km/h, numa estrada plana, o motor neste último gira a 3 000 rpm e, no manual, a 2 800 rpm.

Não que o Pallas automático seja lento. Foi de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos, junto com Civic e Sentra, à frente de Vectra e Fusion e 2 segundos distante do Jetta. Importado da França, o motor 2.0 16V do C4 é o mesmo da Picasso. Rende 5 cv a mais (143 cv) por ter comando de válvulas variável, comum ao Peugeot 307 e, até acabarem os estoques, ao C5. Este continuará apenas no 3.0 V6. Em 2008 o Pallas vira flex e, em dois anos, pode ganhar a versão 1.6 16V, disponível na Argentina.

A garantia do C4 é de três anos. Igual à dos líderes de mercado Honda, Chevolet e Toyota, sendo que eles são conhecidos pelo público de sedãs médios, e a Citroën nem tanto. Na última edição do nosso prêmio Os Eleitos, "cobertura da rede" e "confiança na marca" foram pontos negativos para os donos de Picasso e "preço de peças" e "cobertura de rede", para os de C3. Não era o caso de oferecer mais garantias? "O cliente da Citroën sabe que o carro dele não quebra", diz Habib. Tomara que o casamento com o C4 Pallas seja esse mar de rosas. No primeiro encontro, ele é bastante sedutor.


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PEÇAS

Veja o preço de algumas peças: filtro de óleo (75 reais), de ar (67), de ar-condicionado (90) e de gasolina (26); pastilha de freio dianteira (258) e traseira (238); pára-choque dianteiro (676) e traseiro (434); farol dianteiro (546) e lanterna traseira (366); pára-lama dianteiro (483); capô (1013) e tampa do portamalas (1349).


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C4 PALLAS - R$ 81 000
A versão top tem mais tecnologia que o Fusion. E, por 64 990 reais, a GLX tem airbag duplo, ABS e rodas de liga

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
A direção elétrica poderia informar menos a aspereza do asfalto, mas de resto, como os freios, é coerente com o tamanho do C4. Ele vence quebra-molas a 40 km/h sem trancos, mas os carros da Peugeot/Citroën ainda precisam provar que têm suspensão robusta.
★★★★

MOTOR E CÂMBIO
Anda tanto quanto o Civic, mas bebe mais e não é flex. Ao câmbio, falta a quinta marcha.
★★★★

CARROCERIA
Capô de alumínio e pára-lamas de plástico, para baixar peso; porta-malas e cabine enormes, para quem viaja dentro. Ótimo.
★★★★★

VIDA A BORDO
Espaçoso e completo, trata bem quatro passageiros (com direito a saída de ar e ventilador à parte para o banco de trás).
★★★★★

SEGURANÇA
Oferece faróis de xênonio direcionais, quatro airbags, controle de tração, ABS com EBD e BAS, além de ter carroceria com materiais menos agressivos ao pedestre, num atropelamento.
★★★★★

SEU BOLSO
A rede Citroën tem de mostrar serviço, mas dar garantia de três anos e ser feito no Mercosul inspiram confiança. O índice de desvalorização dos Citroën nacionais (C3 e Picasso) estão na média da concorrência.
★★★★


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Ficha técnica
Bolso
Extras: Tiptronic (5 300 reais) e pacote com farol bixenônio direcional, controle de tração e estabilidade, banco elétrico e airbag lateral (4 010 reais).
Preço do carro (básico): 71 690 reais
Garantia: 3 anos sem limite de km
Número de concessionárias: 85
Consumo cidade (km/l) (G): 8,2
Consumo estrada (km/l) (G): 11,4
Tanque de combustível/autonomia (l)/(km): 60 / 684

Conforto
O ar é digital, até o estepe é de liga leve, o CD lê MP3, o vidro elétrico é um-toque para todos e a trava elétrica fecha as janelas e dobra os retrovisores.
Ar-condicionado/direção assistida: √ √
Rodas de liga leve/pintura metálica: √ √
CD player/comandos no volante: √ √
Vidros/travas elétricos: √ √
Espelhos/teto solar elétrico: √ -
Banco traseiro rebatível 2/3 / 1/3: √ √
Câmbio automático/cruise-control: o √
Computador de bordo/bancos de couro: √ √

Segurança
Um carro desse nível não poderia abrir mão do quinto apoio de cabeça. O Logan tem e o próprio C4 Sedan, vendido na Argentina, também.
ABS/BAS/EBD: √ √ √
Controle de tração/estabilidade: o o
Airbags (frontais/laterais/cabeça): √ o -
Encosto de cabeça/cinto de 3 pontos para 5º passageiro: - √
Alarme/imobilizador/brake-light: o √ √

Desempenho
0-100 km/h (s) (G): 11,7
0-1000 m (s) (G): 33,2
3ª 40 a 80 km/h (s) (G): 5,9
4ª 60 a 100 km/h (s) (G): 6,5
5ª 80 a 120 km/h (s) (G): 8,7
Velocidade máxima (km/h) (G): n/d
Frenagem 120/80/60 km/h a 0 (m): 56,7 / 26 / 14,7
Ruído interno PM/RPM máx (dBA): 39,5 / 68,2
Ruído interno 80/120 km/h (dBA): 59,7 / 66,8
Velocidade real a 100 km/h (km/h): 98,7

Ficha técnica
O motor da Xsara Picasso ganhou 5 cv graças ao comando de válvulas variável (em instante de abertura, mas não em amplitude). O Peugeot 307 2.0 também é assim.
Motor/posição: dianteiro / transversal
Construção/cabeçote/cilindrada (cm3): 4 cilindros / 16V / 1 997
Diâmetro/curso (mm): 85 / 88
Taxa de compressão: 10,8:1
Potência (cv a rpm) (G): 143 a 6 000
Torque (mkgf a rpm): 20,4 a 4 000
Câmbio (tipo/marchas/tração): seqüencial / 4 / dianteira
Direção (tipo/nº voltas): eletroidráulica / 2,8 voltas
Suspensão dianteira: independente tipo McPherson
Suspensão traseira: eixo de torção
Freios (dianteiro/traseiro): disco ventilado / disco
Pneus: 215/55 R16

Dimensões
O entreeixos do C4 foi alongado em 10 cm para o sedã.
Comprimento/entreeixos (cm): 4 770 / 271
Altura/largura (cm): 151 / 177
Porta-malas (litros): 580
Peso (kg): 1 409
Peso/potência (kg/cv) (G): 9,9
Peso/torque (kg/mkgf) (G): 69,1
Diâmetro de giro (m): n/d

OS RIVAIS


- Ford Fusion 2.3 16V SEL
Fenômeno: custa 82 790 reais e vende 1 000 unidades ao mês. Em equipamentos e acabamento, é até simples. Tem estilo clássico e tamanho.


- VW Jetta 2.5 20V aut.
É mais curto que o Sentra, mas entrega excelente padrão de acabamento e um delicioso motor de cinco cilindros com câmbio seqüencial de seis marchas.

Veredicto
O C4 Pallas quer agradar a qualquer preço: a 81 000 reais, une espaço de Fusion ao apelo hi-tech do Jetta. A falta de tradição com esse público deve atrapalhar a Citroën, como atrapalha a VW. A pedida é o GLX: por 64 990 reais, traz ABS, airbag duplo, rodas de liga leve, perfume, MP3 player.